sábado, 3 de setembro de 2011

27. Fatoumata Dembélé (Burkina Faso) / Cinco Siglos (Espanha)

Encantos da Alma (12/06/2011)
 Destaques:
1ª Hora: Fatoumata Dembélé (Burkina Faso)
Fatoumata Dembélé nasceu em 1972 no Burkina Faso. Filha de griots, o pai tocador de balafon e a mãe cantora, Fatoumata herdou a tradição dos músicos trovadores e, desde os sete anos, acompanhou a mãe nas cerimónias e nos rituais.
Aos 25 anos, Fatoumata Dembélé empenha-se como griot nas cerimónias, nos rituais e nas celebrações tradicionais, acompanhada por djembes para animações em Dioula, ou por orquestras electrificadas ou tradicionais para animações em mandinga.
A partir de 1999, Fatoumata Dembélé viaja com o grupo Farafina, com quem gravou o disco “Kanou”, e é apreciada, em todo o mundo, pelo seu talento como compositora, cantora e dançarina. Em 2003, Fatoumata fixa residência na Suíça, mas como é uma griot tradicional em primeiro lugar, regressa com regularidade ao Burkina Faso, para participar em várias cerimónias. Em 2004, colabora em “Sira Fila”, registo do grupo Bekadiya, de Mamadou Diabate e em 2006, juntou-se aos Taffetas, com quem editou o disco “Caméléon”. Finalmente, em 2007, é editado N'naniba, o primeiro disco, e único até à data, de Fatoumata Dembélé.”
(02) Diarrabi (generosity) (5:30) N’naniba
(03) Mon jardin secret (6:14) “N’naniba”
(07) Muso (To all women) (6:50) “N’naniba”

2ª Hora: Cinco Siglos (Espanha)
“O grupo Cinco Siglos, proveniente de Córdova, dedica-se à música antiga, especialmente aos repertórios instrumentais anteriores ao século XIX. A trajectória dos Cinco Siglos começou em 1990, arriscando explorar a desconhecida música para instrumentos da Idade Média. Fruto desse trabalho, resultaram sete gravações discográficas: Unos tan dulçes sones… (1995), dedicado aos usos instrumentais da Idade Média, Dansse Real (1996), sobre as peças instrumentais do Chansonnier do Rei; Músicas de la España Mudéjar (1997), acerca das artes instrumentais na Baixa Idade Média; Bel fiore dança (1999), dedicado à música instrumental do Trecento (c. 1390); Sones de Sefarad (2001), sobre as músicas judias em antigos instrumentos; Iban tañendo (2003), um recital de música mudéjar; e …una danza a sonare (2003), sobre as artes instrumentais do Trecento.
Posteriormente, os Cinco Siglos dedicaram-se a um "projecto barroco", empenhando-se na recuperação dos estilos instrumentais do barroco hispânico. Nesse sentido, editaram Glosas nuevas sobre viejas danzas..., sobre os séculos de ouro do Barroco; Sones de Palacio, Bailes de Comedias, sobre gallardas, jácaras, jotas, seguidillas y fandangos; e Cuerdas mueve de plata, dedicado a Góngora. Da discografia medieval, vamos divulgar 6 temas, de 5 discos”.
(10) Saltarello (3:01) “Unos tan dulçes sones…”
(15) La quinte Estampie Real (2:48) “Dansse Real”
(11) Saltarello (4:43) “… una danza a sonare”
(06) Danza sobre el son da cantiga CCLXXXVI de Alfonso X (2:25) “Músicas de la España Mudéjar”
(04) Cantiga I de Alfonso X (2:50) “Unos tan dulçes sones…”
(07) Alekhem kehal (3:43) Sones de Sefarad

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